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Rhinella rubescens (Lutz, 1925)

Rhinella rubescens - Carvalho D
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Nome popular : Cururu-vermelho.

Biologia: Espécie pertencente ao grupos marina de tamanho pequeno e porte robusto. Pode ser diagnosticada por apresentar coloração dorsal marrom-oliváceo e uma coloração avermelhada na crista cefálica, membros, ventre e dedos. As glândulas paratóides longas e estreitas. O focinho é subelíptico em vista dorsal e a crista craniana é pouco desenvolvida. Se assemelha a Rhinella cerradensis e R. Scneideri mas pode ser prontamente distinguida pelo menor tamanho, formato das glândulas paratóides e ausência de glândula tibial (Lutz, 1925, Eterovick e Sazima, 1999, Maciel et al, 2007). 

Habitat e Ecologia: Pode ser encontrada durante a noite em ambientes abertos ou semiabertos utilizando riachos e poços, permanentes ou temporários, com fundo rochoso. A desova é feita na água em formato de cordões gelatinoso. Os girinos tem atividade diurna e permanecem em remansos e locais rasos, onde formam cardumes com centenas de indivíduos (Eterovick e Sazima, 1999; Eterovick e Sazima, 2004). Pode ser encontrada reproduzindo em ambientes alterados, próximos de áreas urbanas (Araújo et al, 2007).

Distribuição: Espécie com ampla distribuição associada ao bioma Cerrado. Pode ser encontrada nos estados do Piauí, Pará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Distrito Federal (Araújo et al, 2007; Frost, 2014).

Ameaças: Desmatamentos e remoção de hábitats constituem ameaças.

Etimologia: O epíteto específico deriva de ruber, vermelho, devido à coloração desta espécie.

Figura 1: Distribuição da espécie no Distrito Federal.

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